Somos focados em soluções práticas e eficazes para nossos clientes

Seja na gestão de produtos controlados, garantindo total conformidade com as exigências da Polícia Federal, Exército e Polícia Civil, ou na administração eficiente de empresas, estruturando processos, mitigando riscos e aumentando a produtividade, nossa expertise protege seu negócio e impulsiona seu crescimento.

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Recentemente passamos por uma fiscalização da Polícia Federal referente aos lançamentos do mapa e identificamos a necessidade de alguns ajustes. A RPazzi Assessoria foi essencial para manter a regularidade no controle e na documentação exigida para produtos controlados pelo Exército, Polícia Federal e Polícia Civil. Com amplo conhecimento em legislação, licenciamento e exigências legais, a empresa atua com profissionalismo, agilidade e total atenção às normas, garantindo segurança jurídica e tranquilidade nas operações. O Rafael é sempre muito prestativo e dedicado, acompanhando de perto cada processo e oferecendo soluções rápidas e eficientes.

Wagner Cruz
Indústria e Transportes de Produtos Perigosos

Foi e está sendo uma grande e grata satisfação ter a oportunidade em trabalhar com a RPazzi Gestão Empresarial. Temos um contrato de prestação de serviço e consultoria onde todas as pendências deixadas por um antigo fornecedor foi resolvida com muita eficiência e competência.

Paulo Vítor Barros Cabral
Empresa de Óleo e Gás

RPazzi Gestão Empresarial é uma empresa séria, confiável e recomendo seus serviços. Tive experiência em processos junto ao Exército e Polícia Federal.

Neidison dos Anjos
Indústria de Cerâmica e Refratários

Atendimento profissional e com excelência, resolvendo precisamente o problema, muito obrigado a RPazzi Gestão Empresarial e a todos da equipe.

H. Optics
Varejista de Materiais de Caça e Pesca

Minha experiência com a RPazzi tem sido excelente. Desde o início, o Rafael sempre foi muito solícito e paciente, especialmente durante o processo em que surgiram muitas dúvidas. Ele nos auxiliou de forma fundamental na obtenção das licenças junto à Polícia Federal e, mensalmente, continua prestando um suporte impecável no envio dos controles e documentações. O trabalho realizado tem sido extremamente organizado e profissional, a ponto de receber elogios dos próprios agentes da Polícia Federal pela qualidade e precisão dos controles apresentados.

VipClean - Estética de Estofados

Clientes e Parceiros

Com mais de 23 anos de experiência em consultoria para pequenas e médias empresas, criamos o Sistema de Gestão RP7S, uma metodologia exclusiva com o objetivo de contribuir com empresários a implementar mecanismos eficientes de gestão, garantindo maior controle e organização nas operações de seus negócios, com foco em:

Indicadores financeiros, gestão de estoques, fluxo de caixa, análise contábil e tributária;

Dados relacionados a atendimentos, vendas e crescimento;

Análise das atividades operacionais da empresa;

Tecnologias empregadas para gestão de operações.

Com a nossa metodologia, os passos de cada processo ficam claros. Por isso utilizamos a metodologia PDCA, que na prática, funciona como um processo de melhoria contínua na linha do tempo. Conheça as fases:

1.Avaliação

Mapeamos as áreas, processos e demandas para entender o cenário atual da empresa.

2.Planejamento

Com base na análise, construímos juntos um plano de ação com metas claras, tarefas, prazos e responsabilidades.

3.Execução

Colocamos o plano em prática, garantindo engajamento e alinhamento de toda a equipe.

4.Verificação

Acompanhamos os resultados, analisamos o cumprimento das metas e ajustamos estratégias conforme necessário.

5.Ação

Validamos indicadores, aprimoramos processos e corrigimos desvios para garantir eficiência e crescimento contínuo.

Cinco atributos da RPazzi para a sua empresa

Transformação e desenvolvimento

Através de planos de ação baseados em PDCA (Planejar-Fazer-Checar-Agir) e POPs (procedimentos operacionais padrão), desenvolvemos em nossos clientes uma cultura de melhoria contínua fundamentada em dados e indicadores de gestão. Com base nestes conceitos, criamos os Sistemas RP7As e RP7S.

Empresas confiam em processos não em “achismos”

Processos eficientes são a base do sucesso. Aplicamos os Sistemas RP7As e RP7S para que os gestores possam avaliar e metrificar suas operações, garantindo a transparência na tomada de decisão.

Consultoria estratégica sob medida

Oferecemos soluções personalizadas para cada cliente, através de profunda análise diagnóstica inicial, buscando entender suas reais necessidades.

Nosso trabalho vai além da consultoria tradicional

Analisamos o perfil e comportamento de cada cliente, buscando sua melhor performance econômico-financeira, criando e monitorando controles internos, que tem por objetivo a elevação do nível de conhecimento das áreas envolvidas nas operações da empresa.

Expertise em compliance e gestão de produtos controlados

Na RPazzi, temos um profundo conhecimento nas áreas de licenciamento e gestão de produtos controlados. Nosso compromisso é garantir que nossos clientes sigam todas as normas.

FAQ - Produtos Controlados

Exército Brasileiro · Polícia Federal · Polícia Civil

Perguntas frequentes de empresas que fabricam, comercializam, transportam, armazenam ou utilizam produtos controlados.

O que é considerado produto controlado pelo Exército Brasileiro?

O Exército, por meio da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), regula armas, munições, explosivos, produtos químicos de uso dual (civil e militar) e determinados equipamentos e acessórios relacionados. Empresas que fabricam, comercializam, transportam, armazenam ou utilizam esses itens em sua operação (mesmo que não seja o foco principal do negócio) precisam de autorização específica junto ao Exército.

Depende da atividade exercida e dos produtos envolvidos. Empresas que fabricam, importam, exportam, comercializam ou utilizam produtos controlados pelo Exército, em regra, precisam manter registro ativo junto à DFPC. A ausência desse registro, ou a operação fora do escopo autorizado, é uma das causas mais comuns de autuação.

Além de multas, a empresa está sujeita à apreensão de produtos, suspensão das atividades relacionadas e, em casos de maior gravidade, responsabilização criminal de sócios e responsáveis técnicos. Fiscalizações podem ocorrer por auditoria de rotina, denúncia ou cruzamento de dados fiscais, sem aviso prévio.

Começa com um diagnóstico técnico dos produtos e processos da empresa, identificando o enquadramento correto junto à DFPC. A partir daí, é feito o levantamento da documentação exigida, o protocolo dos pedidos de registro ou autorização, e o acompanhamento até a emissão dos certificados — com atenção especial para manter tudo atualizado diante de mudanças na operação.

Não necessariamente. É preciso manter os registros atualizados sempre que houver mudança de endereço, quantidade de produtos, tipo de produto manuseado ou estrutura societária. Registro desatualizado é tratado, na prática, como ausência de registro em uma fiscalização.

Sim. Empresas com produtos controlados pelo Exército devem manter Mapas de Controle atualizados, registrando movimentações de entrada, saída e estoque desses produtos. Esses mapas são frequentemente solicitados em fiscalizações e servem como prova de que a operação está de acordo com o que foi autorizado no Certificado de Registro. Inconsistências entre o mapa e a movimentação real são outro gatilho comum de autuação.

A Guia de Tráfego é o documento que autoriza o transporte de determinados produtos controlados entre estabelecimentos, permitindo à autoridade rastrear a movimentação física desses itens. Sua exigência depende do tipo de produto e da operação — transportar sem a guia correspondente, mesmo que a empresa tenha o registro em dia, pode gerar autuação por descumprimento de obrigação acessória.

A exigência depende da atividade exercida e do produto envolvido. Conforme a Portaria COLOG nº 56/2017, o Plano de Segurança é obrigatório nos seguintes casos:

 

  • Fabricação de arma de fogo, munição, explosivos, nitrato de amônio, ácido fluorídrico, cianeto de sódio ou cianeto de potássio;
  • Comércio de arma de fogo e munição;
  • Transporte de arma de fogo, munição e explosivos;
  • Armazenagem de arma de fogo, munição, explosivos, nitrato de amônio, ácido fluorídrico, cianeto de sódio ou cianeto de potássio;
  • Capacitação com PCE (apenas empresas de instrução de tiro), envolvendo arma de fogo e munição;
  • Colecionamento (museus) de arma de fogo e munição;
  • Tiro desportivo e caça, para entidades que guardam armas de fogo e/ou munições.

 

Ou seja: não é só quem fabrica ou vende esses produtos que precisa se atentar — armazenar nitrato de amônio ou ácido fluorídrico num processo industrial, por exemplo, já pode gerar a obrigatoriedade, mesmo que a empresa não perceba isso como uma atividade “de risco”.

 

O plano precisa cobrir, no mínimo, medidas preventivas, controle de entrada e saída dos produtos, ações em caso de acidentes ou indícios de desvio/ilícito, e capacitação da equipe responsável. Ele deve estar sempre atualizado e disponível para apresentação imediata em fiscalização — não é um documento que se elabora uma vez e arquiva.

 

Um diagnóstico técnico é o caminho mais seguro para identificar se a atividade da empresa se enquadra em algum desses casos e, se sim, estruturar o plano de acordo com as exigências específicas do produto manuseado.

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O que a Polícia Federal fiscaliza em relação a produtos controlados?

Por meio do SIPROQUIM2 (Sistema de Controle de Produtos Químicos), a Polícia Federal fiscaliza empresas que produzem, comercializam, transportam, armazenam ou utilizam produtos químicos que podem ser desviados para o preparo de drogas ou explosivos. Isso inclui muitos insumos usados de forma legítima em processos industriais, agrícolas e de limpeza.

O NCM da nota fiscal, isoladamente, não é suficiente para essa identificação, especialmente em produtos compostos, onde a substância controlada aparece como parte da fórmula, e não como o produto principal. É necessário um levantamento técnico da composição e concentração de cada insumo para determinar o enquadramento correto.

Sim, e esse é um dos riscos mais subestimados. Empresas dos mais diversos setores costumam usar insumos que contêm substâncias controladas pela Polícia Federal sem saber, justamente porque o produto comercial não é vendido como “produto químico controlado”.

Além do cadastro inicial, a empresa precisa manter controles internos de movimentação (compra, venda, estoque), enviar relatórios mensais à Polícia Federal e manter a documentação compatível com o que é efetivamente movimentado. Divergências entre notas fiscais e controles internos são um dos principais gatilhos de autuação, com multas que podem passar de R$ 1 milhão.

O ideal é buscar a regularização de forma proativa, antes de uma fiscalização identificar a pendência. Um diagnóstico técnico aponta exatamente quais produtos exigem cadastro, qual a documentação necessária e como estruturar os controles internos para evitar divergências futuras.

A documentação relacionada aos produtos químicos controlados deve ser mantida por, no mínimo, 5 anos, prazo de prescrição adotado pela Polícia Federal para fins de fiscalização. Isso inclui notas fiscais, controles internos de movimentação e relatórios enviados. Descartar ou não conseguir apresentar esses documentos dentro desse período coloca a empresa em situação de risco, mesmo que o cadastro esteja ativo.

O primeiro passo é reunir toda a documentação relacionada ao auto de infração ou notificação recebida e entender exatamente qual foi a não conformidade apontada — registro desatualizado, divergência entre notas e controles internos, ausência de cadastro, entre outras. A partir daí, é possível avaliar prazos de defesa, construir a argumentação técnica cabível e, principalmente, corrigir a causa raiz do problema para evitar reincidência. Quanto mais rápida a resposta técnica, maiores as chances de reduzir o impacto da autuação.

O que a Polícia Civil fiscaliza em relação a produtos controlados?

Em alguns estados do Brasil, a Polícia Civil atua na fiscalização complementar de determinadas categorias de produtos controlados, conforme a legislação estadual, muitas vezes em conjunto ou de forma complementar às exigências do Exército e da Polícia Federal. As regras podem variar conforme o estado onde a empresa está estabelecida.

Sempre que sua empresa for iniciar operações com produtos até então não operacionalizados, deverá analisar as legislações de Produtos Controlados da Polícia Civil do seu estado para averiguar eventual necessidade de licenciamento e controle. Dependendo do produto e do estado, a exigência de licenciamento ou autorização junto à Polícia Civil é independente das obrigações federais, ou seja, estar em dia com um órgão não dispensa a regularização junto aos demais.

Isso depende do estado de operação, do tipo de produto e da atividade exercida. Um diagnóstico técnico avalia o enquadramento da empresa frente à legislação estadual específica e identifica se há licenças, autorizações ou controles adicionais exigidos pela Polícia Civil.

Os riscos seguem a mesma lógica das demais esferas: multas, apreensão de produtos, suspensão de atividades e, em casos mais graves, responsabilização de sócios e responsáveis técnicos, com o agravante de que a fiscalização estadual pode ocorrer de forma independente e sem qualquer aviso prévio.

Diferente de um registro único, muitas exigências da Polícia Civil demandam renovação periódica e atualização diante de mudanças na operação. Um acompanhamento contínuo evita que a empresa perca prazos e volte a ficar irregular após já ter se regularizado uma vez.

Além do cadastro inicial, a empresa precisa manter controles internos de movimentação (compra, venda, estoque), enviar relatórios mensais ou trimestrais à Polícia Civil e manter a documentação compatível com o que é efetivamente movimentado.

QUAL SEU DESAFIO?

Entre em contato conosco para podermos encontrar as melhores soluções e obter os melhores resultados para o seu negócio.

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